Carnaval Parte II - Os despojos!

Finalmente, é mau mas acaba depressa, ao contrario do Natal ou mesmo da Passagem de Ano, o Carnaval tem algo muito característico que é de um momento para o outro tudo acaba e volta ao normal, ao contrario do Natal, no Natal temos a entrega de prendas dia 24 á noite, depois o almoço ou jantar dia 25 em que normalmente se passa com o resto da família que ñ pode passar a noite anterior, e mesmo depois de dia 25, os próximos dias o espirito mantém-se, são prendas de ultima hora, prendas atrasadas ou até mesmo a compra de prendas com o dinheiro que se recebeu das prendas. Os enfeites continuam pendurados nas ruas a assinalar a época festiva e mesmo que uma das "Boas Festas" já tenha passado, continuamos a fazer votos no plural, e assim se mantêm as coisas ate á passagem de 31 para 1, mas a passagem de ano tambem não acaba aqui, normalmente divirto-me tanto na noite de 1 para 2 como na anterior que só mostra que o espirito não se esvai com a ultima badalada.

Mas até aqui tudo muito bem, adoro a passagem de ano e acho que deve ser passada em grande e o Natal é a minha época festiva de eleição, acho que realça o que as pessoas têm de melhor, e nos dias de hoje, é algo bem complicado de ver. O carnaval ao menos tem essa particularidade, começa muito tímido com os primeiros putos aventureiros que se passeiam com balões de água alertando-me que se avizinha o Carnaval que tanto odeio e escalando progressivamente numa subida bem linear, atinge o auge na 3ª feira de Carnaval em que vejo todos os meus piores pesadelos tornados realidade. Ruas fechadas para os cortejos passarem, multidões na rua que se amontoam em cima dos passeios como se fosse o Papa que estivesse a passar, é impossível encontrar um lugar para estacionar, e então hoje tive o azar de ter de ir á casa da minha tia que fica nada mais nada menos em plena avenida principal do Barreiro, podia tentar explicar-vos a luta que foi para chegar á porta do prédio, degladiei-me por um mar de gente que fluía na direcção oposta á minha... não foi bonito de ser ver!

E se por acaso na 4ª feira, algum mascarado que passou a noite na discoteca, ou adormeceu num banco de jardim depois de uns copos a mais, ou seja porque motivo for aparece na rua, os mesmos que estavam mascarados no dia anterior olham com reprovação e com a superioridade de quem diz : "Que parvoíce, carnaval já acabou!". Tenho esperança que algum dia consigam ver que mesmo quando ainda não tinha acabado já era uma parvoíce, mas enfim!

Agora vem a parte que dá o titulo ao post, os despojos e restos mortais do carnaval. As ruas ficam imundas, repletas de serpentinas, papelinhos, balões, ovos e tudo o mais que se possam lembrar, os passeios desaparecem debaixo de tanta porcaria e os funcionários da câmara urgem a ir varrer todo aquele lixo para a estrada. O problema é que entre a estrada e o passeio, estão os escoadoiros que entopem com tanto papelinho torcido e depois quando chegarem as chuvas vimos as avenidas transformadas em rios tudo graças á maravilha que é o carnaval.

Hoje, depois dos carros alegóricos passarem, eram dezenas os trabalhadores da câmara a varrer os passeios, mais um carro de limpeza que devolvia o preto ao alcatrão da estrada até então ás bolinhas multicores, mais os policias que desviavam o transito entre tantos outros! Com isto tudo chego a uma conclusão que me parece obvia e que me surpreendo por ainda não me ter apercebido antes.

O carnaval é como uma guerra... é péssimo quando acontece, mas quando acaba, dá trabalho a muita gente!

P.S. - Estou de partida para o Porto, volto na 6ª feira, não sei se vou ter possibilidades de escrever qualquer coisa enquanto tiver ausente, mas nada como uma visitinha para confirmar ;).

E viva o Carnaval... ou então não!

Odeio o Carnaval, ou melhor não odeio só.. eu ODEIO o Carnaval!

Ainda não consegui compreender onde é que está a piada de sair á rua de pijama agarrado á almofada, nos outros 364 dias do ano, é pura estupidez, mas por algum motivo que ainda não consegui perceber qual é, neste dia grande parte da população acha muito engraçado. Outro exemplo é aqueles que acham que um fato macaco cor-de-laranja com uma mascara a tapar a cara e um gorro na cabeça com uma almofada por dentro da roupa e fazer de corcunda se enquadra na defenição de "mascara de carnaval", e como se andarem assim vestidos não fosse estúpido o suficiente ainda acham hilariante meterem-se com quem passa na rua e perguntarem...

- Não tás a ver quem eu sou ?! Não tás, não tás?!

NEWS FLASH para todos os retardados que acham isso muito engraçado, meus amigos... se vocês tão com uma mascara enfiada na cabeça, o mais natural é mesmo não percebermos quem vocês são, ou então a alternativa B é mesmo achar isso tão estúpido que nem sequer nos darmos ao trabalho de tentar descobrir, que tal?!

Por outro lado á uma faceta do carnaval que eu acho o máximo, derreto-me ao ver os mais pequenos mascarados de astronautas, mágicos, chinocas, pescadores, super-homens, homem-aranha ou ate o mais recente Songoku. E acho uma maravilha ver as ruas repletas de Fadas, abelhinhas e até mesmo princesas. Até eu já me mascarei de Strumpf, Astronauta, Magico, Chinês e Pierrô ... mas meus amigos, foi quando tinha uma idade expressa num só digito, depois cresci e dei o meu lugar no jardim aos mais novos.

Okay, okay, até acho piada a alguns "adultos" mascarados quando a ideia é original ou se dão efectivamente ao trabalho de fazer um fato de carnaval digno desse nome, a minha irmã e um grupo de amigas o ano passado mascararam-se á M&M's cada uma duma cor e estavam muito giras, ontem vi duas raparigas passarem mascaradas de caixa de chicletes e tambem estavam super engraçadas, mas desprezo todos aqueles que acham que basta ir ao guarda-roupa da mãe e "mascararem-se" á mulher ... e aquelas que pegam num fato do pai, e mascaram-se á homem... outro disfarce típico é á "bebé" e para tal fazem umas tranças, pintam umas sardas e saiam á rua de biberon e chucha, eles acham o máximo e eu continuo a achar que é só estúpido.

Mas acho que é tipicamente português pegar em algo que tem qualquer característica típica em determinado pais e conseguir torna-lo numa estupidez pegada em solo Luso, temos o Carnaval no Brasil que é só o mais famoso do mundo, o de Veneza que também não precisa de apresentação e mesmo em outros pontos de Itália juntam-se para batalhas de Agua e ovos... e nós cá, somos uma representação rasca de tudo aquilo que é efectivamente divertido lá fora... típico!

Mas o carnaval não é o único exemplo.. agora de um ano para o outro resolveu-se comemorar o Dia das Bruxas, portuguesinho que se preze aproveita toda a merdice para ganhar mais uns trocos, adivinho que já faltou mais para toda a gente achar que é extremamente positivo oferecer prendas no Natal, e novamente no dia dos Reis como nuestros hermanos... e o comércio claro que agradece!

Outra época que não suporto é a dos santos populares, mas a dada altura falarei disso, e para culminar, desejo a todos um óptimo carnaval... ou então não! ;)

Independentemente do custo, a vida prevalecerá!

Porque nem sempre a vida toma o rumo que nós queremos, vemo-nos forçados a alterar hábitos, rotina essa que já está em nós tão entranhada como que uma segunda pele. Tudo muda, tudo parte, mas a vida continua e sempre prevalecerá. No entanto as horas que temos agora mortas, que eram outrora preenchidas com aquele alguém que não está mais ao nosso lado continuam, o dia tem as mesmas 24 horas, e muitas daquelas em que me tinha que fazer, são agora paginas em branco preenchidas de silêncios incómodos, são estas as que mais custam a passar, são estas que me vergam e quebram, e são elas as que eu tenho de ultrapassar.

É aqui que eles entram, os meus mais chegados e queridos amigos têm feito de tudo para que me distraia, que me afaste o pensamento da ferida ainda aberta que há-de custar a sarar... mas tempo é coisa que não me faltam, e felizmente, amigos tambem!

Hoje, como não podia deixar de ser, voltámos a render-nos á 7ª Arte e lá fomos nós para a sessão da 0.10 no Fórum Almada. O filme foi o PayCheck (ou Pago Para Esquecer na sua brilhante tradução.. as usual!), foi muito fixe o filme, típico de John Woo e com algumas ideias com obvia inspiração no "Minority Report", mas um bom filme! Numa passagem do filme a Uma Thurman diz ... "Somos quem somos pelas experiências que temos, e quantas dessas experiências não são erros crassos?!", tocou-me em particular.

Á saída tivemos a surpresa da noite... o Xut estacionado atrás do "My Precious" á nossa espera, tinha ido ver o Gotika, fiquei feliz por o ver, tinha saudades de estar com ele.

Ainda me é complicado ver como algo dum dia para o outro passa de ...

Naquele trilho secreto
Com palavras santo e senha
Eu fui língua e tu dialecto
Eu fui lume e tu foste lenha

Fomos guerras e alianças
Tratados de paz e péssangas
Fomos sardas pele e tranças
Popeline seda e ganga

a...

Foi nesse dia, que percebi
Nada mais por nós havia a fazer
A minha paixão por ti, era um lume
Que não tinha mais lenha, por onde arder

Nobody ever died of a broken heart!

Hoje reservo-me o direito de fazer gazeta ao blog, o dia de hoje foi um turbilhão de emoções. Tantas que não consigo sequer enumera-las nem mesmo chama-las pelos nomes sem as confundir... "dor", ou seria "pena"?! "Amor" ou secalhar nem tanto?! "Alivio" misturado com "perda". Esperança camuflada de saudade.

Não sei se o dia de hoje foi o fim de uma época ou o inicio do resto da minha vida que têm impreterivelmente de continuar, provavelmente o concilio das duas mas ainda não sei qual delas a mais vincada. Para lá do condão do tempo tornar boas todas as más recordações, é ele que cura todas a feridas, aquelas "feridas que doem e não se sentem", e que doem tão mais que todas as outras.

"Somethings you cannot change", e só nos apercebemos disso quando é tarde demais, meus amigos, "when you dance with the devil, you don't change the Devil .. the Devil changes you!"... protelei durante tanto tempo esta situação, quando sabia desde o inicio que "No matter how far you've gone down the wrong road... turn back!" pois "Nobody ever died of a broken heart" e eu não serei com certeza o primeiro.

Se o passado era mesmo uma âncora prendendo-me a quem eu era impedindo-me tornar em quem vou ser... larguei-a em alto mar bem no meio duma tempestade sem saber que rumo tomar... e no meio de tudo isto... a letra de "Um Pouco de Céu" nunca fez tanto sentido e é agora transparente como água, água essa que espelha tão bem grande parte daquilo que sinto agora...

Só hoje senti
Que o rumo a seguir
Levava pra longe

Senti que este chão
Já não tinha espaço
Pra tudo o que foge
Não sei o motivo pra ir
Só sei que não posso ficar
Não sei o que vem a seguir
Mas quero procurar

E hoje deixei
De tentar erguer
Os planos de sempre
Aqueles que são
Pra outro amanhã
Que há-de ser diferente
Não quero levar o que dei
Talvez nem sequer o que é meu
É que hoje parece bastar
Um pouco de céu

Um pouco de céu


Só hoje esperei
Já sem desespero
Que a noite caísse
Nenhuma palavra
Foi hoje diferente
Do que já se disse

E há qualquer coisa a nascer
Bem dentro no fundo de mim
E há uma força a vencer
Qualquer outro fim

Não quero levar o que dei
Talvez nem sequer o que é meu
É que hoje parece bastar
Um pouco de céu
Um pouco de céu

"Maybe the past is like an anchor..."

O dia de hoje foi pretty slow, nenhuma aventura digna de registo, mas aproveitei a tarde hoje para passar com dois dos meus amigos que mais gosto, e com os quais passo menos tempo... o AxPeGiK e o BB. Fomos os 3 lanchar, e 3 rapazes na mesma mesa, o tema sobre esta há-de ser invariavelmente sempre o mesmo... isso mesmo, raparigas! Chegámos basicamente as conclusões de sempre, mas uma chamou-me em particular a atenção... Os arrependimentos.

Apercebi-me que nem eu nem nenhum de nós nos arrependemos de nada já feito, mas sempre daquilo que ficou por fazer... Em termos amorosos arrependo-me de duas coisas na minha vida, arrependo-me de não ter arriscado algo mais sério com a "Fofíssima" e arrependo-me de ter acabado com a "a minha Deusa", para o caso os nomes delas são pouco importantes e o fundamental é mesmo aquilo que foram, são e sempre vão ser na minha vida, para começar, são elas as duas espinhas na minha garganta.

A explicação pode até parecer fácil, a "Fofíssima" estuda em Braga, e uma relação iria significar semanas afastados, horas infindas de inter-regional, dolorosos telefonemas que iriam sempre saber a pouco e uma astronómica conta telefónica que nunca iria ser suficiente para matar as saudades... no meio de tudo isto, tento vezes sem conta convencer-me que tomei a decisão correcta quando lhe disse que sabia por experiência própria que uma relação á distancia estava condenada á partida, mas naqueles cantos mais escondidos do coração onde a razão não chega e só o que sentia por ela ditava as leis, algo me diz que ela merecia tudo e tanto mais de mim, e o mínimo que podia ter feito era ter arriscado, por mim, por ela ... na procura de um "nós!"... a "Fossimima" é linda, loura de olhos verdes, das mais brilhantes raparigas que alguma vez hei-de o prazer de conhecer, a pele mais sedosa que jamais toquei... e deixei-a fugir, ela é a 2ª espinha atravessada na minha garganta.

A minha Deusa, foi a mais perfeita das relações que alguém pode querer, éramos o casal que todos gostavam de ver, passeávamos nas ruas, e os transeuntes olhavam para nós e sorriam perante a nossa harmonia, nem sequer passeávamos pelas ruas, agora pensando nisso tenho a impressão que sempre flutuamos cm/s acima de cada calçada Barreirense. Tudo aquilo que achava ser um "mus" na minha namorada ela tinha em dobro, tudo aquilo que queria que a minha namorada fosse, ela era... e não para me agradar, mas por ser mesmo a maneira dela ser. Imaginem tudo aquilo que nunca souberam que sempre queriam aliado a tudo aquilo que desde sempre quiseram, ela era a personificação de todos os meus desejos. Não fui capaz, tive medo, a pressão de não a decepcionar e de estar á altura de todos os momentos que ela me proporcionava tornou-se insustentável e eu cedi, e não fui capaz de aguentar tamanho fardo que tanto quanto sei podia ate ser partilhado por ela ou apenas fruto da minha imaginação, o meu amor platónico, a minha deusa não foi um Crush ... foi "O CRASH", O Big Bang de todos os meus amores... Ela é a 1ª e a maior espinha que tenho atravessada em mim.

Ainda hoje penso nelas... ainda hoje pensei, mas hoje pensei de maneira diferente, não em como gostava que as coisas tivessem corrido de outra maneira, em como gostava de voltar atras e emendar tudo aquilo que sei agora que fiz mal, pensei naquilo que elas significam para mim, e olhando em retrospectiva vejo nelas dos momentos mais felizes por que passei, as mais áureas épocas da minha vida, e hoje vi-me confrontado com uma duvida até hoje inexistente, será que vejo nelas uma maquina do tempo que me traga de volta o tempo em que tudo era perfeito e tão simples, em que tinha tudo aquilo com que sempre tinha sonhada á distancia de um telefonema, será que aquilo que ainda guardo delas é amor ou saudade de tempos que não voltam mais? Serão elas uma amarra impedindo-me de novas épocas douradas?

Ou nas palavras de Carrie BradShaw... "Maybe the past is like an anchor holding us back. Maybe, you have to let go of who you were to become who you will be."

Para elas... a minha eterna ternura.

Tragam só aquilo... que podem deixar para trás!

Muitas vezes pergunto-me a mim mesmo se numa situação de emergência tivesse de sair de casa a correr e só tivesse tempo de pegar numa de todas as minhas coisa em qual é que pegava?

Ainda não consegui encontrar uma resposta a esta pergunta, eu sei é suposto levarmos única e exclusivamente o indispensável, e seguindo esse raciocínio ponho-me a pensar o que é que me é mais indispensável... e a 1ª coisa que me ocorre é o computador... Sim, porque é impensável ficar sem os meus 12gigas de Mp3s, as fotografias de todos os meus momentos Kodak desde á uns anos para cá, vídeos das saídas nocturnas do people do PuntoPt entre tanta outra tralha, logo penso que o computador seria aquilo que iria resgatar no meio da correria. E podem pensar que o meu computador não se enquadra propriamente nas coisas "indispensáveis", muito provavelmente até têm razão, mas é aqui que eu discordo, não daqueles que acham que o computador é dispensável, mas do cliché em si.

Acho absurdo levar-se o indispensável, pois bem, por definição, o indispensável, é aquilo que nos faz falta a toda a hora, ou pelo menos diariamente, logo ao deixarmos para trás algo dito "indispensável" mais tarde ou mais cedo daremos pela falta disso e arranjaremos maneira de o substituir por algo que cumpra as mesmas funções... no entanto, o dispensável podem ser as mais ridículas coisas, como o ramo de rosas já seco na cómoda do meu quarto, os bolos em forma de coração oferecidos no dia dos namorados de á 2 anos atrás que ainda perduram no móvel da parede, as velas em forma de estrela em cima da mesa de cabeceira... agora que estão lá, sou capazes de vos descrever detalhadamente todas as bugigangas que preenchem o meu quarto, mas se por acaso todas elas desaparecem dum momento para o outro, para onde quer que me mudasse, iria estar sempre a faltar qualquer coisa, coisa essa que não iria saber muito bem o que era, apenas que falta "ali" algo, algo que por não ser indispensável não consigo identificar, mas são essas insignificâncias que pouca ou nenhuma importância têm que fazem toda a diferença, são elas que tornam meu, o meu quarto, e fazem da minha vida... só minha!

Porque nem sempre as coisas correm como planeamos.

Pois bem, para por um termo a esta dessincronizarão horário que me isola do mundo das pessoas normais, e para culminar com o desespero por parte da minha mãe por estas minhas noites passadas em claro, engendrei um plano genial para de uma noite para a outra voltar tudo á normalidade no meu relógio biológico.

O plano era extremamente simples, e aliava uns 2 ou 3 factores que eram garantia de um sucesso assegurado. Normalmente deito-me ás 7h da manhã, fico deitado a ver os desenhos animados ... sim... é isso mesmo, os desenhos animados, e por volta das 8 deixo-me vencer pelo sono. Acordo então por volta da 17h, que pode parecer tardíssimo, mas tendo em conta ás horas que me deito, rondam as horas de sono normais da grande maioria das pessoas.

Ora o problema estava em entreter-me desde as 8 ate á hora de almoço e apartír dai era ficar ensonado o resto do dia e as horas decentes me ir deitar, e acordar na manhã do dia seguinte como é suposto, e a concentração de Tuning era o pretexto ideal para me entreter.

As horas que era suposto deitar-me fui tratar de uns arranjos de ultima hora e juntar-me á comitiva que vinha para cá do outro lado do rio. Tudo correu como esperado e ás 2 da tarde estava a vir almoçar ainda bem desperto mesmo depois de uma noite em claro. A tarde é que foi mais difícil de passar e acho que ainda cedi por uma ou duas vezes, mas depois de jantar era certo que me ia deitar e dar o plano por completo com sucesso.

Foi aqui que as coisas descambaram, como sempre, os amigos desencaminham-me e arrastam-me (se bem que não ofereci muita resistência) para um noite de cinema no Fórum Almada, depois ... tivemos a infelicidade de descobrir um ponto de acesso á net Wireless no Macdonalds do Barreiro, e lá viemos todos buscar os laptops para nos irmos ligar á net no meio da Av. principal do Barreiro... enfim, temos destas coisas!

São 6:26 da manhã e todo este entusiasmo em redor do posto wireless deixou-me super desperto, e apesar de estarmos a dia 2 e ainda ñ ter dormido este mês, não conto com a visita do João Pestana nas próximas horas, paciência... de volta para os desenhos animados matinais!
Free counter and web stats