I know little about love.

"You know when I said I knew little about love? That wasn't true. I know a lot about love. I've seen it, centuries and centuries of it, and it was the only thing that made watching your world bearable. All those wars. Pain, lies, hate... It made me want to turn away and never look down again. But when I see the way that mankind loves... You could search to the furthest reaches of the universe and never find anything more beautiful. So yes, I know that love is unconditional. But I also know that it can be unpredictable, unexpected, uncontrollable, unbearable and strangely easy to mistake for loathing, and... What I'm trying to say is... I think I love you. Is this love? I never imagined I'd know it for myself. My heart... It feels like my chest can barely contain it. Like it's trying to escape because it doesn't belong to me any more. It belongs to you. And if you wanted it, I'd wish for nothing in exchange. No gifts. No goods. No demonstrations of devotion. Nothing but knowing you loved me too. Just your heart, in exchange for mine."

Singles

"I broke up with someone recently: Jennifer, my last girlfriend. I did it in a crowded restaurant. She just stared at me with that look: How can you pass me up? I told her we weren't right and all the stuff we both knew. A week later I realized I was wrong, tried to get back together with her. She won't see me. Now she's with Tony. Tony knows my friend Bailey, who's friends with the girl Tony's going out with on the side, Rita. Rita who I broke up with to go out with Jennifer. So now do I tell Jennifer that I know Tony's going out with Rita or do I tell Rita that I know about Tony and Jennifer? Tony will tell Jennifer that I was still going out with Rita while I was going out with her. How does stuff get so complicated? I don't know."

Ódio?

Ódio por ele? Não... Se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto...

Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Como um soturno e enorme Campo Santo!

Ah! nunca mais amá-lo é já bastante!
Quero senti-lo d’outra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!

Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda.
Ódio por ele? Não... não vale a pena...

Florbela Espanca

Supply & Demand

Há imenso tempo que isto não acontecia. Estava agorinha a falar com a Fernanda e ela disse que o que não faltam são princesas pelo mundo inteiro, e foi quanto bastou, comecei a pensar nessa frase, o que me fez lembrar duma conversa que tive com a Elsa uma vez que fomos sair, e de uma outra com o Sotero a ultima vez que cortei o cabelo, e é curioso ver como 3 conversas distintas com 3 pessoas diferentes, sobre temas não relacionados, ajudam a compor a bigger picture, de algo que não tem nada que ver com tudo o resto.

O Sotero é o meu cabeleireiro, e se não fosse o Sotero, provavelmente tinha de andar de Táxi muito mais vezes, pois acredito que no meio de toda a brejeirice, há sempre um taxista que entre queimar um amarelo e passar um vermelho, tem uma daquelas desabafos sobre qualquer coisa, e nos deixa semanas a pensar, e no fim acaba por mudar radicalmente a nossa maneira de pensar e estar no mundo, e tudo numa corrida entre o Terreiro do Paço e o Príncipe Real.

Mas voltando ao Sotero, estávamos a falar do movimento das grandes cidades e a oposição à pacatez do campo, e acabamos inevitavelmente a falar do transito, da falta de civismo e de como todos os homens têm ideia de que guiam bem, e foi essa a frase do Sotero - "Toda a gente acha que guia bem, e que sabe beijar" - Na altura achei piada, concordei, e não pensei mais nisso, nem sequer associei á conversa que tinha tido com a Elsa umas semanas antes.

A Elsa é por esta altura, uma das minha amigas mais antigas, damo-nos bem, se bem que também não nos damos muitas vezes, e se calhar até nos damos bem por isso mesmo, também nunca tinha pensado nisso, mas para o caso é o que menos importa. Gosto dela de morte, e temos sempre imensa conversa para por em dia quando nos juntamos.

Estávamos a falar de nos esforçarmos demais, ou de não nos esforçarmos o suficiente, de que se tiver de acontecer, acontece sem esforço, e que se não tiver de acontecer, não importa o quanto te esforças, coisas assim. Foi então que a Elsa me contou de um rapaz que há uns tempos atrás estava interessado nela, e em como todos os dias durante 6 meses lhe mandou uma mensagem a desejar um bom dia. ela nunca respondeu, nem ás mensagens, nem ao interesse.

Eventualmente as mensagens pararam, e suponho que com elas o interesse. Passado uns tempos encontraram-se por acaso, e ele perguntou-lhe porque é que ela nunca tinha respondido a nenhuma das mensagens, e ela devolveu-lhe um "Porque? Era suposto?", e ele disse-lhe que tinha a certeza que ela não ia encontrar muitos rapazes que fossem capazes de lhe mandar um mensagem de "bom dia" todos os dias durante 6 meses, e a Elsa, deliciosamente implacável, como sempre, disse - "Ficavas Surpreendido!".

E agora a parte em como o Sotero, a Elsa e a Fernanda encaixam, e acabam por dár origem a algo maior que a soma das partes. Da mesma maneira que todos achamos que guiamos bem (eu guio bem), e beijamos melhor ainda (eu beijo melhor ainda), temos a certeza que estamos dispostos a fazer por amor aquilo que mais ninguém faria (eu faço por amor aquilo que mais ninguém faz), e que o meu único problema, como o último dos príncipes encantados, é não saber onde a ultima das princesas anda.

No dia em que a encontrar, tudo o resto vai fazer sentido, e todas as minhas neuras reduzidas a pó, vai-me dár o devido valor, e tudo vai acabar bem, e eu vou finalmente ter o final feliz que mereço. Mas o que eu tenho visto, é que aparentemente, há excesso de príncipes para a excassez de princesas, e as poucas que há, por certo já encontraram o principe da vida delas, um que por sinal guia melhor que eu e faz por amor aquilo que eu nunca seria capaz de fazer, sim... porque beijar melhor que eu, venha de lá quem vier, tenho a certeza que não beija!

Thank You

"I've been trying to write this letter for a while now, the kind you said you'd never received. The kind I've been working on my whole life. I remember being 13 years old, sitting in my room all night, listening to the same song over and over. I thought that if I could write something beautiful, something honest, I could make someone love me. I've taken a lot for granted. I've never tried too hard; always avoided responsibility. I came here because I was running away, 'cause I wanted to be alone. Instead I met you and you weren't taking anything for granted. I hope you get all the moments you deserve. I hope you go back to NY and sit in the Met in the room with the painting of the Hudson river, and I hope when you do, you take Lucy with you cause I know she'd love it. I'm sorry if I've made your life complicated. I'm sorry for a lot of things, but most of all that I never got the chance to tell you that, no matter what happens next, I'll never be anything but grateful for every moment I spent with you. And even though I keep fumbling for the right words, all I really wanted to say was thank you."
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